Saiba em quem votar: Breve entrevista com as bandas Liked e Studio 81
Postado por Ângelo Hector
01. Como e quando vocês se conheceram?
Eu (Matheus), o Rapha e o Fabio nos conhecemos do colégio há mais ou menos uns 10 anos. Este ano quando precisávamos de um baterista para dar seguimento ao projeto da banda, achamos o Doug em um site de música da internet, marcamos de se conhecer e fazer um som um dia, e deu tudo certo.
02. A banda existe há quanto tempo?
A Liked existe há cerca de cinco meses, porém o tempo não reflete nosso entrosamento, temos músicas próprias e uma estrutura bem avançada para esse tempo.
03. Quais são as principais influências da banda?
Quando criamos algo colocamos muito do que ouvimos que vai de Chico Buarque até Eric Clapton, Los Hermanos até Beatles, Planet Hemp até Fresno, Raimundos até Strokes e Forfun até Pública. Cada um curte sons diferentes e isso ajuda muito, assim podemos aprimorar a letra e criar um som único.
04. Como foi tocar em estúdio com as dicas de um profissional como Tico Santa Cruz?
Cara acho que o que mais um produtor acrescenta, é que ele da um ponto de vista imparcial sobre o teu som,um ponto de vista diferente, e assim trabalha pra acertar os pequenos detalhes que as vezes a gente tocando não percebe. O Fredi nos ajudou demais nessa parte, e só podemos agradecer a ele.
05. Ainda restam duas vagas para as finais e vocês estão quase lá. Como está a expectativa de se tornar um finalista do Pepsi Música?
Nossa é muito louco isso, já nós sentimos vencedores por estar entre 11 bandas escolhidas pela Pepsi, mas claro que queremos vencer essa. Estamos bem nervosos sim, mas acredito que estamos também muito determinados e não vamos sair dessa sem lutar.
01. Como e quando vocês se conheceram?
Nos conhecemos no colégio Província de São Pedro de Porto Alegre. Eu e o Dodo estudávamos música na mesma escola e resolvemos fazer um som juntos. Logo em seguida começamos a procurar alguém para formar o power trio e achamos o Tuca que se encaixou bem e formamos uma sintonia muito boa. Nos juntamos e começamos a tocar por prazer, o que agente queria mesmo era ter as nossas próprias músicas e espalhar para todo mundo. Após alguns ensaios veio a idéia de chamar alguém para assumir os vocais e convidamos o Vicenzo para assumi-los.
02. A banda existe há quanto tempo?
A banda existe há 1 ano e meio. Formamos a Studio81 no início de 2009.
03. Quais são as principais influências da banda?
Nós temos muitas influências. Por exemplo, das bandas nacionais gostamos muito do Charlie Brown Jr., Forfun, Raimundos, Detonautas, Cpm 22, Fresno, entre várias outras. Falando de bandas internacionais, gostamos muito de ouvir Foo Fighters, Nickelback e Anberlin.
04. Como foi tocar em estúdio com as dicas de um profissional como Tico Santa Cruz?
Foi ótimo. Nos divertimos bastante. Gostamos muito de ter ao nosso lado ali um cara que sabe muito de música e ao mesmo tempo nos dando várias dicas. Podemos dizer que foi um momento para guardar, até porque o Tico Santa Cruz é uma grande influência para nós.
05. Ainda restam duas vagas para as finais e vocês estão quase lá. Como está a expectativa de se tornar um finalista do Pepsi Música?
Estamos muito ansiosos! Foi muito bom participar do concurso Pepsi Música 2010, ganhamos dicas e momentos muito bons que vamos comentar muito ainda. Estamos torcendo e ao mesmo tempo fazendo muita campanha para votar na Studio81! Agradecemos a todos os produtores e organizadores do concurso por tudo!
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Postado por Ângelo Hector
PS: Lucas é o vocalista, Kun Guitarra Solo e Tech Baterista (apelidos pois todos são Lucas)
01. Como e quando vocês se conheceram?
A gente se conheceu na escola, a Escola Prefeito João Freitas Filho. Eu (Samuel) conheco o Rafa desde a 1ª série (2001), o Lucas (Vocal) também conheci ele nessa escola, ele comandava uma espécie de Rádio na escola. O Tech (batera) conheci ele quando a gente tentava formar banda, há uns 2 anos atrás. E o Kun (guitarra solo) O Lucas vocalista estudava com ele e ele era Namorado de uma amiga nossa. Eu conheci ele mesmo quando ele entrou na banda em 2009.
02. A banda existe há quanto tempo?
A banda existe há um ano já. Eu e o Lucas decidimos formar uma pois nunca aceitavam a gente e o nosso estilo, daí convidamos o Rafa para tocar baixo e o Tech para assumir a bateria, um mês depois Kun entrou na banda.
03. Quais são as principais influências da banda?
As principais influências… é uma pergunta difícil. Pois cada um tem sua inspiração e seu estilo, a banda é meio “misturada” dessa parte. Eu, curto um Iron Maiden, um Metallica, sons pesados da época de 70, 80. O Lucas gosta de Rock Nacional, estilo Cazuza, Detonautas (ele é Fã da banda). O Rafa ele curte um Metal mais melódico como Angra, etc. Tech curte música como For Fun, etc… e o Kun é a mesma coisa que eu. Guri do Metal.
04. Como foi tocar em estúdio com as dicas de um profissional como Fredi Endres?
Nossa! Foi uma experiência nova. Nunca tinhamos gravado música alguma, e nem sabiamos que era daquele jeito, e ter auxilio profissional e depois escutar o nosso som é uma sensação fantástica. Nós adoramos e se Deus quizer irá acontecer de novo.
05. Ainda restam duas vagas para as finais e vocês estão quase lá. Como está a expectativa de se tornar um finalista do Pepsi Música?
A expectativa está no topo, só esta meio complicado de conseguir subir na votação, a gente passa o dia inteiro divulgando e pedindo apoio, mas como ea gente esperava, não vai ser fácil. Mas isso tudo a gente leva como experiência e o que vier é lucro. E agradecemos ao apoio do Kzuka e do Pepsi Música. Agora é só torcer.
01. Como e quando vocês se conheceram?
Em 2008 o baterista Túlio viu Gregor, guitarrista, improvisando em um workshop. Admirado pediu que Vini(primeiro baixista, que conhecia de escola) contatasse ele para sua banda para ser 2o guitarra. Não aconteceu, então Gregor e Vini que admiravam muito o grande baterista Túlio, convidaram-no para montar outra banda. Assim a banda foi crescendo, as músicas sendo feitas, fazendo com que as outras bandas dos integrantes fossem deixadas de lado colocando o trio em primeiro plano. Começo de 2010 Vini deixa a banda dando lugar a Théo, amigo de infância de Túlio.
02. A banda existe há quanto tempo?
1 ano e meio, quase 2 anos.
03. Quais são as principais influências da banda?
A banda ouve de tudo. As influências vão do MPB ao Power Metal. Mas a criatividade da banda é bem única, estilo bem próprio.
04. Como foi tocar em estúdio com as dicas de um profissional como Tico Santa Cruz?
Foi uma experiência e tanto. As coisas parecem mais sérias e mais promissórias quando se começa a envolver profissionais de verdade.
05. Ainda restam duas vagas para as finais e vocês estão quase lá. Como está a expectativa de se tornar um finalista do Pepsi Música?
Muito, muito grande. Afinal, acreditamos que podíamos estar la antes, mas um imprevisto (a viagem de um dos integrantes) nos abalou, não nos permitindo a passagem direta para a final. Assim contamos muito, e estamos muito agradecidos até agora com a força de nossos amigos e admiradores!
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Postado por Ângelo Hector
01. Como e quando vocês se conheceram?
Bem uma parte da banda já se conheciam Andreza, Erica e Amanda já eram amigas desde pequenas, e quando as 3 resolveram montar uma banda, chamaram Renata e Gabi atravez da ajuda da escola de música aonde ensaiam e fazem aula.
02. A banda existe há quanto tempo?
A banda existe desde setembro do ano passado.
03. Quais são as principais influências da banda?
Vários estilos dentro do rock’n’roll, passando por Kiss, The Beatles, Guns’n’Roses, Blink 182, Paramore, Nirvana e Green Day, além de rock japonês, não negando a referência ao nome da banda, como Anna Tsuchyia, Akeboshi e Olivia Lufkin. No pop rock nacional destaque-se Fresno, Pitty, Restart, Cachorro Grande, Engenheiros do Hawaii e Ultramen.
04. Como foi tocar em estúdio com as dicas de um profissional como Fredi Endres?
Foi uma experiencia nova para todas nos e gostamos muito da oportunidade de gravar com as dicas e com o apoio de um músico como o Xernobil.
05. Ainda restam duas vagas para as finais e vocês estão quase lá. Como está a expectativa de se tornar um finalista do Pepsi Música?
A expectativa é muito grande, e esperamos ter essa chance de tocar e mostrar para as pessoas nosso trabalho.
01. Como e quando vocês se conheceram?
Nós todos nos conhecemos no Colégio Concórdia, alguns no ensino médio e outros até mesmo no maternal, a banda surgiu ali mesmo na sala de aula, com incentivo dos professores.
02. A banda existe há quanto tempo?
Nesta formação a pouco mais de quatro meses, antes houve algumas trocas de vocal até acertar o estilo que nós queríamos.
03. Quais são as principais influências da banda?
Algumas das preferidas são Rise Against, Guns n’ Roses, Sonata Arctica, Red Hot Chilli Peppers, Megadeth, The Offspring, Ozzy Osbourne.
04. Como foi tocar em estúdio com as dicas de um profissional como Fredi Endres?
Foi com certeza esse é o nosso ponto alto, nos sentimos realmente “importantes” e o Fredi é super legal, auxiliou de mais a nossa banda.Vimos o que um estúdio de verdade faz com as nossas musicas. Chegando até a essa altura do concurso só temos que agradecer ao Kzuka e ao Pepsi por nos dar esta oportunidade única.
05. Ainda restam duas vagas para as finais e vocês estão quase lá. Como está a expectativa de se tornar um finalista do Pepsi Música?
Expectativas ótimas e o coração a mil, já nos sentimos vencedores apenas de estar entre as melhores. O caminho ainda é longo, mas acreditamos nos nossos sonhos e confiamos que dessas duas vagas uma é nossa.
As melhores cozinhas do rock
Postado por Ângelo Hector
Que a maioria dos grandes ídolos do rock são vocalistas ou guitarristas, todo mundo sabe. Mas o que seria deles se não houvesse um baixista e um baterista garantindo andamento perfeito das músicas? Além disso, o entrosamento entre essas duas importantíssimas peças pode garantir o sucesso ou o fracasso de uma banda. Eles são como a base de uma casa: se o alicerce é bom, as chances da banda ser boa são bem maiores. Alguns exemplo de cozinhas históricas do rock:
Nem é preciso dizer que o Flea é um legítimo Bass Hero. Ele e o batera Chad Smith são os responsáveis pela cozinha impecável do Red Hot. Saca só esse vídeo que demonstra com perfeição o entrosamento deles, inclusive com uma câmera exclusiva no bumbo, mostrando como os slaps de Flea se encaixam com precisão com a batera de Chad:
Jimi Hendrix
Hendrix foi um gênio da guitarra. Revolucionou o instrumento como poucos conseguiram, mas talvez, se não estivesse acompanhado de uma cozinha competente e com forte personalidade, não teria alcançado tamanho reconhecimento. O baixista Noel Redding e o batera Mitch Mitchell eram os responsáveis por segurar a onda enquanto Hendrix detonava escalas rumo a imortalidade.
The Who
Provavelmente os dois integrantes que você mais ouviu falar são o batera Keith Moon e o guitarra Pete Townshend Só que o fiel escudeiro de Moon era o baixista John Entwistle. No comando das quatro cordas, ele acompanhava os rolos e viradas ensandecidas de um dos bateras mais inovadores e influentes da história.Em 1964, eles já tocavam rápido, com precisão e criatividade. Não é a toa que o The Who é uma das mais influentes até hoje em dia.
Led Zeppelin
Talvez nem Jimmy Page pudesse imaginar que John Paul Jones (baixo) e John Boham (bateria) teriam uma química tão forte quando tocassem juntos. O baixista e o baterista de uma das maiores bandas do mundo eram puro feeling.
Pedalando no baixo
Postado por Leandro Vignoli
Mais uma dica de periféricos pra vocês, desta vez para os entusiastas das quatro cordas. Varia muito do tipo de som pretendido (e do orçamento, né), mas se liga nessas ótimas opções de pedais de baixo que existem no mercado.
PEDAL ELETRO HARMONIX NANO BASS BALLS
O Bass Balls é um Envelop Filter, ou seja, com um timbre bem funky e único, o drive que tem nele é apenas pra dar uma “cor” extra no som original do pedal. De qualidade indiscutível, mas com sonoridade muito própria, e que não se encaixa bem em qualquer estilo. Pode ser usado como variação do “wah-wah” (como aquele efeito em “Higher Ground” de Stevie Wonder, regravada pelos Red Hot Chilli Peppers). Flea, dos melhores baixistas do mundo, é grande entusiasta dos “envelop filer”.
Tech 21 XXL Bass Edition Overdrive
Para os amantes das distorções e drives, esse aqui é versátil, de qualidade e com uma gama de timbres matadores. Regulagem simples, ideal para iniciantes.
MXR BlowTorch
Pra quem já tem mais a manha de efeitos, dá pra tirar de drives leves, lembrando o som de amplificadores valvulados, até distorções insanas e bem definidas. Ele tem um ótimo controle de freqüências que ajudam muito a encontrar vários timbres, e pode se usar ligado quase o tempo todo. Pra quem vai do som mais levinho ao mais pesado.
E se liga que as votações para a grande final do Pepsi Música já estão abertas! Vai votar em quem?
Parabéns Rock & Roll
Postado por Leandro Vignoli
Hoje comemoramos o Dia Mundial do Rock!
Em 2010 ele chega a seis décadas de vida, já é um senhor idoso. Nesse tempo todo, sempre se aprimorou, se modificou, transgrediu, e nos apaixonou. Começou dançante com Elvis e Chuck Berry nos Anos 50, ficou psicodélico com Beatles, Beach Boys e Hendrix nos Anos 70, virou pesado com Led e Sabbath na década de 70, melancólico nos 80’s com Cure e Smiths, agressivo com o Nirvana nos 90 e voltou as raízes na década de 2000, com Strokes e White Stripes. Na década de 10, que cara ele terá?
Apesar de 60 anos de história, o seu dia é comemorado há apenas 25 anos! Está fazendo Bodas de Prata em 2010. Isso porque foi em 13 de Julho de 1985, a partir da série de concertos beneficente Live Aid, organizado por Bob Geldof, que a data passou a ser oficialmente adotada. O objetivo principal era diminuir a fome na Etiópia e dos shows participaram Mick Jagger, U2, Queen, Paul McCartney, só feras.
Ficam aqui os nossos parabéns e nossa homenagem. Viva o Rock!
Comunicado Semifinalistas Pepsi Música
Postado por Pepsi Música
Por não terem preenchido adequadamente os requisitos do regulamento do Concurso Pepsi Música 2010, informamos que 4 (quatro) bandas semifinalistas que estavam concorrendo a final do concurso foram desclassificadas.
Uma nova seleção está sendo realizada e em breve serão divulgadas as 05 (cinco) bandas finalistas e as 05 (cinco) bandas que participarão da votação popular.
Dicas de guitarras alternativas
Postado por Leandro Vignoli
Claro que todo mundo sonha em ter uma Fender, uma Gibson SG, uma Les Paul. Mas existe no mercado um sem número de modelos de guitarras excelentes. Estas três aqui, por exemplo, são garantia de ótimo rendimento. Caso aquela pecinha que fique com ela nos braços funciona, é claro!
Hagstrom Viking
Todas as guitarras da linha Hagstrom têm um Tremar de cair o queixo. Sua estrutura é em escala de 25 1/2-polegadas revestida em mogno, pescoço e ponte captadores com volume independente e controles de som. Possui também um vibrato bar bem característico com hardware compatível, que vai fazer tudo literalmente tremer. É a guitarra que o Rei Elvis usava, tá ligado?
ESP Phoenix-II
Ressuscita o estilo de corpo invertido duma Firebird ao mesmo tempo em que introduz diferenças para não ser um simples clone do original. O resultado é uma guitarra que combina o apelo estético clássico com benefícios de desempenho e design moderno para agradar muita gente. Se você sempre amou o look dum Firebird clássico, mas o seu gosto se inclina mais para uma configuração contemporânea, então já é.
Prestige Classic
Das mais novas fabricantes do setor, com ótimas críticas desde 2003. Inspiradas por instrumentos clássicos (essa lembra muito uma Les Paul), cada guitarra tem um design super moderno. Ao contrário do que você espera do revestimento de mogno, os timbres limpos são precisos, e ótimos para o palco. Executado em amplificador com overdrive, tem som nervoso de pura pressão.
A história por trás do Pepsi On Stage
Postado por Ângelo Hector
Enquanto você aguarda o resultado da votação que vai escolher a melhor banda do Pepsi Música 2010, vamos te deixar ainda mais ansioso falando do palco onde a grande vencedora irá tocar, abrindo um show de uma grande banda nacional.
O Pepsi on Stage de Porto Alegre foi inaugurado em 2006 e em pouco mais de 4 anos já recebeu grandes nomes da música nacional e internacional. É, sem dúvida, peça fundamental que colocou a cidade no eixo dos grandes shows nacionais e internacionais. Outras grandes cidades foram privilegiadas através de espaços com a mesma qualidade, como o Pepsi Stagem, em Amsterdam na Holanda, o Pepsi Arena, em Albany, nos Estados unidos e o Pepsi Coliseum em Indianapolis, também nos EUA.
Em Porto Alegre, a estrutura conta com uma pista com capacidade para 4.000 pessoas em pé, distribuídas em uma área de 1.400m². Somando-se às áreas do Hall e do Mezanino, o Pepsi on Stage pode comportar um público de 6.000 pessoas. Além disso, os portadores de necessidades especiais tem acessos facilitados com rampas e banheiros adaptados. No palco do Pepsi já passaram nomes como Megadeth, Pennywise, Franz Ferdinand, Dream Theater, Caetano Veloso, The Offspring, Black Eyed Peas, Joss Stone, NOFX, The Cramberries, entre outros. Vale lembrar que muitos desses artistas nunca haviam visitado a cidade, comprovando a importância do Pepsi os Stage para a cena cultural de Porto Alegre.
Hora da divulgação, mãos a obra!
Postado por Leandro Vignoli
A gravação do CD foi no capricho? Então tá na hora de fazer essa divulga, né não? Esse é um momento que várias bandas se embananam, achando que podem economizar. Muito pelo contrário! A embalagem do produto é fundamental. Trabalhar com fotógrafo profissional, de preferência em estúdio, e um profissional de criação para capa garante um resultado melhor e mais próximo da sua identidade. Não vacile nisso.
Para divulgar seu trabalho ao público formador de opinião (rádios, gravadoras, casas de shows, etc.), é importante que seu CD seja distribuído com um release. Nele deve conter as principais informações sobre a banda, nada exagerado. Um breve resumo do tipo de som que faz (tem cara que nem escuta dependendo do que você coloca!), daquilo que já fez (caso tenha feito algum show que valha citar, por exemplo) e claro, seus contatos.
Não tenha preconceito. Faça a distribuição desde aquele cara que você ache o mais top até o menos importante, porque pode ser este que ouça seu som e faça a coisa circular. Pedir um feedback do trabalho é uma boa, mas cuide para não encher o saco demais.
Dica de ouro: caso você tenha um CD completo, coloque as melhores faixas no começo. Tem produtor/empresário/radialista que nem passa da primeira, caso não curta.


















